3 Mitos sobre as Relações Públicas

Uma sólida estratégia de relações públicas tem não só o poder aumentar a notoriedade de uma marca/empresa, mas também melhorar a sua credibilidade e gerar clientes. 

No entanto, não sendo uma área complexa ainda existem alguns complexos e mitos associados. Hoje derrubaremos 3 deles. 

Mito#1. As Relações Públicas são apenas para grandes empresas

Um mito que se assiste frequentemente é que apenas as grandes marcas ou empresas investem numa estratégia de relações públicas. Falso! 

A maioria das vezes, pequenas empresas, proprietários de lojas e restaurantes, e outros negócios menores vêm as relações públicas como um investimento dispendioso e investem noutros canais. 

No entanto, são estes os negócios onde o impacto das relações publicas é maior e mais facilmente mensurável, visto que se traduz diretamente em leads, visualizações no site, contactos com empresa e até mesmo novos clientes. 

A este fator, acresce a construção da reputação para a sua empresa, junto de clientes e potenciais clientes, assim como no sector em que opera. 

Tudo isto sem gastar demasiado do seu orçamento de marketing. Para uma estratégia de relações públicas bem sucedida é fundamental compreender claramente o seu público e agir de forma tática, gastando o orçamento de forma produtiva e assegurando o retorno de investimento.  

Ao contratar um especialista ou agência de relações públicas, tenha noção dos seus objetivos e do budget que pode alocar e passe essa informação para que o plano se possa ajustar às suas necessidades, sem custos acima do seu orçamento. 

Mito #2. As Relações Públicas não Vendem

As relações públicas são boas para gerar notoriedade e reputação, mas não geram vendas. Mais uma vez…Falso! 

Ao tornar-se visível para o seu público e ao gerar buzz em torno da sua empresa, essa notoriedade irá gerar visitas ao seu site, à sua loja e aos seus negócios, visitas essas que se vão tornar em leads, vendas e clientes. 

Por outro lado, ao ser referenciada de forma regular nos media ou por influenciadores, vai gerar consciencialização geral sobre a sua marca e fazer com que entre na mente dos seus clientes e potenciais clientes. 

Mito #3. Se eu não tenho nada para dizer não preciso de relações públicas

Ter uma história ou uma novidade simplifica o trabalho das  relações públicas, mas caso assim não seja, cabe ao profissional com quem vai colaborar encontrar /criar a história que mais interesse aos media e influenciadores. É esta a mais valia e responsabilidade da agência de relações públicas  –  criar notícias apropriadas na ausência de uma história óbvia como um lançamento ou um evento.

Existem outros tipos de “notícias” – como resultados do negócio, artigos de opinião de um CEO sobre tendências mercado, responsabilidade social, mostrar os bastidores da empresa. Um bom consultor sabe o que faz uma boa história e consegue criar oportunidades de ser referenciado pelos media. 

Por fim, é importante ter sempre em mente que as relações públicas são uma forma de comunicação que, mais do que notoriedade, contribui para a (boa) reputação da sua empresa. Pelo que são um investimento que terá sempre um retorno no seu negócio, seja em notoriedade ou em vendas.

Estratégia vs Tácticas em Relações Públicas

Um dos temas que é fundamental distinguir em relações públicas é diferença entre Estratégia e Tácticas. Muitas pessoas ainda confundem incorrectamente o que é considerado no campo das estratégias e no campo das tácticas.

Ter uma estratégia bem definida e o respetivo plano de ação com as táticas bem detalhadas é essencial para o plano de negócios de uma empresa, e, claro, desempenham também um papel crucial no sucesso das relações públicas.

Desenvolver uma ideia clara da sua estratégia e táctica de negócios ajuda a manter-se concentrado e a alcançar os objectivos da sua empresa.

A Estratégia

Comecemos pelo início. A definição estratégica é um primeiro passo essencial para o sucesso de um plano de comunicação de qualquer empresa. Um plano estratégico assegura a existência de um entendimento comum do que se está a tentar alcançar, como se planeia realizá-lo e como se vai medir o sucesso. A estratégia deve começar por deixar bem qual o ponto de partida, quem é o público-alvo, quais os objectivos e, porque se está a adoptar essa abordagem.

Um dos pontos fundamentais de uma estratégia é mesmo os objectivos, pelo que aquando da sua definição os mesmos deverão ser SMART: específicos (Specific), mensuráveis (Measurable), atingível (Achievable), relavante (Relevant) e orientado para o tempo (Time).

Desta forma, o planeamento estratégico vai fornecer uma direcção geral à gestão central da empresa, ao mesmo tempo que orienta e ajuda áreas tais como estratégia financeira, estratégia de marketing, estratégia de desenvolvimento organizacional, estratégia de recursos humanos, etc., a alcançar o sucesso. Por esse motivo não deve ser ignorado.

A Implementação (as táticas)

É nesta fase que definimos quais ferramentas ou as actividades a implementar para materializar a estratégia definida. Implica a criação de um plano de ação a médio e curto prazo, uma timeline com a respetiva calendarização das ações e uma visão detalhada como cada atividade vai decorrer.

É aqui que a equipa vai perceber quais os passos do dia-a-dia que farão avançar a marca no sentido de alcançar os seus objectivos. Cada táctica deve ajudar a responder à pergunta, qual é o passo que teremos de dar para levar a cabo a estratégia com sucesso?

Tanto a estratégia como as tácticas de relações públicas devem ser medidas. Uma diferença entre as duas é que embora a sua estratégia não deva mudar, as tácticas podem ser alteradas e adaptadas em função dos resultados que estão a ser (ou não) obtidos. Se uma das suas tácticas não está a funcionar, poderá ser necessário definir uma nova atividade ou o recurso a ferramentas diferentes no sentido de obter os resultados desejados.

Na área das relações públicas é fundamental ter bem clara a distinção entre Estratégia e Táctica. Ter objectivos bem definidos, uma estratégia para atingir esses objectivos, e escolher as tácticas apropriadas para implementar a estratégia são todos elementos importantes para executar um programa de relações públicas sólido.

Agência de Relações Públicas ou Departamento Interno de Comunicação Empresarial.

Esta é uma decisão que muitas empresas têm de tomar, em particular as PMEs, no que diz respeito à sua comunicação, contratar uma agência ou criar internamente uma equipa para assegurar a comunicação.

Num mundo ideal, e este é o cenário que a maioria das grandes empresas optam por implementar, a resposta seria…ambos! Quando bem estruturado, o seu trabalho funciona de forma complementar e acaba por se transformar numa máquina bem oleada na comunicação.

A agência de relações públicas foca-se em preencher os espaços em branco entre a empresa e os media. A empresa consegue assim forcar-se na abertura de canais entre os diferentes departamentos no sentido de garantir fontes de informação e conteúdos para comunicar.

Embora possam trabalhar de forma complementar, quando assim não é possível, é fundamental perceber quais as competências necessárias e responsabilidades profissionais que ambos os cenários podem aportar, para que possa decidir por qual dos dois optar.

Especialidade vs diversidade

No caso do departamento interno, a equipa tornar-se-á especialista em todos os tópicos importantes para a empresa e manterá o foco na mesma, na indústria específicas e nos seus concorrentes.

No caso da agência, a mesma deve assegurar um grau de imersão e domínio do negócio muito profundo, mas com a vantagem de ter também conhecimento de outras empresas e áreas que podem dar benchmarks e trazer ideias interessantes para a comunicação da sua empresa.

Foco nos resultados

No departamento interno o controlo dos resultados é um ponto importante, mas no caso de uma agência é O ponto mais importante. A agência tem que conseguir resultados e pensar fora da caixa para os atingir, para ter a certeza de que está a satisfazer as necessidades e expectativas do cliente. É uma motivação diferente que implica monitorização e ajuste regulares para acompanhar o interesse e agenda dos media e influenciadores.

Uma equipa multidisciplinar

Um departamento interno é constituído por uma pessoa ou uma equipa constituída por pessoas que basicamente fazem a mesma coisa. Partilham, portanto, um profundo e variado conhecimento do trabalho e uma apreciação do que nele entra, mas não têm uma visão 360.º.

Do lado da agência, existe sempre uma equipa que inclui pessoas mais seniores, criativos e estrategas, onde todos colaboram de forma eficiente para os clientes e para os seus resultados.

Relações com os media

Num departamento interno as relações com os jornalistas tendem a ser muito próximas, visto que estão em contacto regular e os jornalistas vêm a equipa como um facilitador dentro da empresa no acesso à informação.

Numa agência, os meios de comunicação veem-no como um mediador entre eles e um cliente. É necessário um esforço maior para manter essas relações com os jornalistas, no entanto também é mais ágil circular entre áreas distintas uma vez que a agência tem contacto com media de diferentes áreas.

Por isso, na hora de decidir deve colocar nos pratos da balança estes pontos, antes de decidir.

5 pontos que deve ter em consideração na estratégia de Relações Publicas

Uma boa estratégia de relações públicas pode fazer toda a diferença para a sua empresa. As relações públicas são uma das formas mais rentáveis de aumentar o conhecimento da sua marca junto dos seus clientes de uma forma credível, aumentando a sua confiança nos seus produtos ou serviços.

Por isso, existem alguns pontos a ter em consideração na definição da sua estratégia.

1. Conheça as suas mensagens

Não pode controlar o que outras pessoas dizem sobre o seu negócio, mas pode controlar as mensagens que envia para o mundo. Por isso, identifique mensagens curtas e pertinentes sobre a sua marca conforme o seu posicionamento.

2. Criar um grande conteúdo.

Após definir as suas mensagens, e a partir delas, criar bons conteúdos é a chave para uma estratégia de relações públicas bem-sucedida que posiciona a sua marca como especialista no assunto. Conteúdos relevantes para os media, mas sobretudo para as pessoas.

3. Saber o que comunicar e para que tipologia de Meios de Comunicação

Com base no seu público-alvo é importante definir quais os meios mais relevantes a impactar e conhecer que conteúdos são relevantes para esse meio. Por exemplo, se tem uma loja de decoração deve privilegiar os meios de Decoração e revistas Femininas.

4. Compreenda os Jornalistas

Conheça e estabeleça relações de confiança com jornalistas alvo. Este é um dos pontos mais importantes, porém um dos mais difíceis. Além de saber quem são é importante saber que temas lhes interessam, que tópicos são relevantes dentro de cada tema, como gostam de receber a informação, quais os seus deadlines. Sempre que possível faça perguntes e escute o têm a dizer. Converse com eles sobre interesses mútuos e não apenas quando tem uma história.

5. Seja honesto e transparente.

Não estamos a dizer que precisa de partilhar todos os pormenores da sua organização, mas é fundamental adotar uma política de honestidade e transparência para com os media. Manter o público informado, sobretudo em casos de gestão de crise, é o melhor caminho e a sua transparência será apreciada. Comunique de forma clara, concisa e direta, sem esticar a verdade ou esconder coisas que depois possam vir a saber.

Em que é que as relações públicas diferem da publicidade?

As relações públicas, ainda que difíceis de definir, são uma importante ferramenta de criação e gestão de reputação de uma empresa. Podem ser utilizadas para proteger, melhorar ou construir reputações através dos meios de comunicação social, transmitindo mensagens positivas e conteúdos relevantes.  

E é precisamente neste ponto que as relações públicas se distinguem da publicidade. A relação entre ambas tem sido sempre complicada, uma vez que se encontram em extremos opostos da equação.  Comunicação não paga vs. Paga. Media conquistada vs. Media comprada. Credibilidade vs. Ceticismo ou mesmo desconfiança. 

Quando falamos de publicidade, falamos de um espaço comprado pela empresa e onde é esta que constrói e controla todo o conteúdo e imagem. É a marca a falar bem de si própria.

As relações públicas conquistam espaço nos media por conteúdos relevantes, que interessam aos leitores, escrito por um profissional independente, o jornalista. Este não é pago para escrever sobre a empresa, fá-lo por o tema ser relevante e a empresa está a prestar um serviço ou a desenvolver uma atividade relevante. É por isso credível e constrói (boa) reputação. Assim, a sua história tem mais credibilidade porque foi “validada” por uma terceira pessoa, totalmente independente.

Outra enorme diferença é o preço.  Uma notícia publicada através das relações públicas não tem custos para a empresa, para além do trabalho da agência. Uma página de publicidade, além do custo da agência, acresce ainda o custo da compra de espaço. E se formos para televisão, acresce ainda os custos com a produção e filmagem do anúncio, mais a compra de espaço, repetido tantas vezes quantas as possíveis para gravar a mensagem na mente dos clientes. Sim, porque outra das particularidades da publicidade é que esta precisa de ser repetida várias vezes antes que o consumidor possa ser influenciado.

Terceira grande diferença…controlo! Quando uma empresa compra um anúncio, tem total controlo sobre o resultado final. Decide como o anúncio vai ficar, o que vai dizer, onde vai ser colocado e quando vai ser publicado. A quantidade de exposição que o seu anúncio recebe depende, na sua maioria, de quanto dinheiro a empresa tem para gastar. Quando se trata de relações públicas, e especificamente de trabalhar com os meios de comunicação, não temos nenhum controlo ou influência sobre o resultado final. Os meios de comunicação social decidem como a informação sobre a sua empresa será apresentada nas notícias. É preciso ter uma grande preparação e definir cuidadosamente as mensagens para que o resultado seja positivo para as empresas. E é aqui que o papel das agências é fundamental. Na gestão daquilo que interessa comunicar à empresa vs aquilo que tem valor notícia para os media, de forma que ambos saiam a ganhar.

Por isso, na hora de escolher a sua agência faça as perguntas certas para garantir que todos estes aspetos estão assegurados e que os profissionais são capazes de criar e gerir esta relação de proximidade positiva entre a sua empresa e os media.

Como escrever um comunicado de imprensa?

O comunicado de imprensa é uma ferramenta de relações públicas comum, mas existem sempre algumas questões sobre a sua construção. Que tipo de conteúdo funciona melhor para um comunicado de imprensa? Qual é a sua estrutura de uma peça deste tipo? 

Pode ser referente a um novo produto, uma parceria estratégica, um evento, sobre os resultados financeiros da empresa ou até sobre mudança de um CEO. A única regra é que o tema interessante para os meios de comunicação social e para quem os lê.

Naturalmente, há sempre uma questão de “o que é notícia”. Diferentes meios de comunicação social têm ideias diferentes sobre o assunto, por isso é importante 

Saber a quem pode interessar a informação que está a divulgar. 

E o que deve conter um comunicado de imprensa?

O comunicado de imprensa deve seguir as regras de uma notícia, logo deverá responder a cinco perguntas: 

→ Quem? 

→ O quê? 

→ Quando?

→ Onde?

→ Porquê?

Qual a melhor estrutura para um comunicado de imprensa? 

Assim como uma notícia, o seu comunicado de imprensa deve começar com um título informativo (mas cativante), seguido por um parágrafo principal – que deve resumir o artigo ou indicar os pontos mais importantes do mesmo, seguido pelo artigo conciso que responde às perguntas acima mencionadas. Deve ainda aplicar parágrafos curtos (até cinco-seis linhas de texto), separados e com frase bem pontuadas para dar ritmo e dinâmica à leitura. 

Um dos pontos a ter em atenção é que o comunicado de imprensa não deve ser demasiado longo – 2000 a 3000 caracteres serão suficientes, idealmente uma página. Os leitores querem que as suas notícias sejam dadas rápida e concisamente, e os jornalistas querem receber factos concretos e informações curtas. 

Como dados adicionais ou complementares (ajudam a dar enquadramento) pode acrescentar informação sobre o mercado, referir se produto ou a empresa estão enquadrados numa nova tendência ou incluir o problema que o seu produto ou serviço vão ajudar a resolver. 

No final, pode acrescentar ainda um paragrafo com uma breve descrição sobre a empresa ou o produto. 

A sua empresa pode ser mundialmente conhecida mas esta e uma forma de sugerir ao jornalista como gostaria que ela fosse descrita no artigo. E, se a sua empresa não for assim tão conhecida, é uma forma de a dar conhecer aos jornalistas. 

E, por fim, deixar os contactos que o jornalista deverá recorrer para mais informações, normalmente um nome e email, ao qual poderá também juntar um número de telefone direto. Não colocar número gerais de empresas que vão obrigar o jornalista a passar por mais do que uma pessoa. O ideal é ser o contacto do assessor de imprensa ou do responsável na agência pela comunicação da sua marca.

A importância do storytelling nas relações públicas

As relações públicas são uma disciplina do marketing e comunicação altamente complexa de explicar. Por isso, eu gosto de me definir, enquanto profissional desta área, como uma criadora de histórias, que deixo para outros contarem.

Quem trabalha em relações públicas é, seguramente, um contador de histórias. A sua missão é transformar informação corporativa em narrativas cativantes que jornalistas, bloggers e influencers vão ter interesse em partilhar com quem os segue diariamente.

Um bom profissional de RP sabe como analisar a informação de uma organização, as suas actividades, produtos e serviços e encontrar as mensagens certas e positivas para as transformar em histórias interessantes e, sobretudo, relevantes.

Numa época predominantemente digital, em que a informação percorre o globo em minutos e está disponível 24 horas por dia, é fundamental encontrar a história certa. Aquela que tem interesse ser contada pela empresa e tem interesse em ser consumida pelos seus stakeholders, sejam eles clientes, os media ou o próprio director-geral.

Sobretudo quando comunica com jornalistas, é fundamental saber qual é a história da sua marca ou empresa que irá despertar o interesse de quem a vai consumir. Lembre-se: o jornalista não é pago para fazer publicidade à sua marca. Por isso, é fundamental ter um profissional de relações públicas que saiba contar a história certa. Porque se não souber qual é a sua história ou não a souber contar, o que vai receber é uma pergunta de volta: «Porque é que isso me interessa e, sobretudo, porque interessa aos meus leitores?»

O que são, exactamente, as Relações Públicas, ou PR?

Há mais de 15 anos que trabalho nesta área, e quando as pessoas me fazem essa pergunta, ainda acho difícil de responder. As relações públicas (public relations = PR) não são fáceis de definir, nem pelos profissionais da área.

Como fundadora de uma agência de relações públicas, tenho sempre de explicar que não compramos anúncios, não fazemos publicidade, não estamos à porta das discotecas a “fazer bonito” e, sobretudo, que não compramos jornalistas para escreverem histórias para os nossos clientes.

A Sociedade Americana de Relações Públicas aceitou milhares de submissões até chegar a uma definição que fosse consensual: «As relações públicas são um processo estratégico de comunicação que visa criar uma relação mutuamente benéfica entre uma marca e o seu público.»​

E o que quer isso dizer? Que as relações públicas são cada vez mais importantes na comunicação das organizações, sobretudo numa época em que o digital se sobrepõe a tudo e qualquer pessoa é hoje um produtor de conteúdo.

Isto, porque as relações públicas ajudam a construir e a manter a reputação da marca ou empresa. E isto é a base das RP. A forma como a sua empresa chega ao público terá um enorme impacto no respeito e consideração pelo que está a vender. Dificilmente haverá uma campanha de publicidade ou social media que tenha maior reputação e credibilidade que uma notícia no Expresso ou na RTP. Primeiro, porque a primeira é paga, logo, menos credível; e segundo, porque os media são uma fonte relevante e considerada de informação.

Por outro lado, uma (boa) reputação leva anos a construir, mas pode ser destruída em minutos. Por isso, é fundamental manter a boa imagem da sua empresa e o máximo de exposição positiva, para se fortalecer caso alguma coisa venha a acontecer à sua marca.

Sim, as relações públicas tentam promover marcas e empresas, mas, ao contrário da publicidade, comunicam com o público dessas organizações através de fontes confiáveis e NÃO pagas.